Opúsculo humanitário: Nísia Floresta.

Dionísia Gonçalves Pinto ou Nísia Floresta Brasileira Augusta como é mais conhecida foi uma educadora, escritora e poetisa potiguar. Prefiro chamá-la de Nísia Floresta: uma mulher admirável, defensora da educação feminina e além disso, sendo abolicionista, indigenista. Nísia foi tradutora também. Publicou quinze livros. Este que li, Opúsculo humanitário, trata-se da educação feminina, argumentos que a pioneira da educação feminista no Brasil defendeu e criticou as condições sociais, deixando a mensagem: “fazei-lhes compreender desde a infância que a mulher não foi criada para ser a boneca dos salões (...)” É uma obra que mostra a luta pelo direito a uma educação digna.

Quando li pela primeira vez algo de Nísia senti uma afeição aos seus escritos. Recomendo que leia alguma obra desta escritora que não pode e nem deve ser esquecida, mais uma vez não. Por mim, não será, lembrarei toda vez que alguém perguntar se conheço alguma escritora da minha terra Rio Grande do Norte (RN) que também tem um município chamado com seu nome (que antes era Papari). Recordarei de Nísia.

Obra: Opúsculo humanitário (1853).
Escritora: Nísia Floresta (1810-1885).




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